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Geração, Exposição & SIN · análise especializada

Onde a receita está se perdendo — e o que ainda pode ser feito?

Quantificamos a exposição, lemos em alto nível se a origem é sistêmica, contratual ou do ativo, e priorizamos o que pode justificar mitigação, negociação ou reposicionamento.

O que você consegue decidir

Quanto da perda realmente importa para a receita — o que é controlável e o que não é.

Entrega: quantificação da exposição + parcela controlável + alternativas comparadas + implicações contratuais e regulatórias + reunião de leitura.

Diagnóstico de usina & geração

Cálculo AXIONN sobre dados públicos · ONS · julho de 2026

A perda não é uniforme — e nem toda perda é sua para resolver.

O ponto de partida é o dado público: em julho de 2026, a energia restringida derivada dos registros de constrained-off do ONS soma 4,33 TWh, concentrada em poucos dias e em uma faixa estreita do dia.

Energia restringida

4,33 TWh

Julho de 2026 · cálculo AXIONN

Eólica / solar

70,8% / 29,2%

Divisão da energia restringida

Maior dia

388 GWh

19/07

Usinas ou conjuntos

233

Identificados no ONS com restrição codificada

Como a energia restringida se distribui ao longo do mês?

EólicaSolar

Energia restringida por dia, em GWh. Maior dia: 19/07.

Que razões oficiais concentram a restrição?

  • ENE · Razão energética78,4%
  • CNF · Razão de atendimento a requisitos de confiabilidade19,2%
  • REL · Razão de indisponibilidade externa (elétrica)2,4%

Códigos de razão do próprio ONS. PAR não registrou energia restringida no mês.

No agregado de julho, cerca de quatro quintos da energia restringida calculada está associada a registros de origem sistêmica.

Em que horas do dia a restrição acontece?

Média horária de julho de 2026, em GWmed. Pico da média mensal às 12h.

Por que a hora importa

A hora da restrição muda a leitura da energia perdida.

Perda concentrada no meio do dia coincide com o período de menor carga residual. Isso já muda a leitura operacional; para atribuir valor econômico à energia perdida ainda é preciso cruzar horário, contrato e submercado do ativo.

A taxa percentual de restrição sobre a geração disponível não integra este recorte público e, por isso, não é apresentada.

Profundidade técnica

Como chegamos a essa leitura.

01

Situação

O ativo gera menos do que poderia e a receita não explica o motivo. Sem atribuição de causa, a discussão se desloca para culpa em vez de decisão.

02

Diagnóstico

Evidência analisada para separar o que é restrição do que é indisponibilidade:

  • Geração medida versus geração esperada
  • Registros de restrição e instruções operativas
  • Disponibilidade de equipamentos
  • Limites de escoamento no ponto de conexão
  • Estrutura contratual de receita
03

Hipóteses

Perda sistêmica

A restrição tem origem fora do ativo e a mitigação é predominantemente contratual.

Perda local

O gargalo é de escoamento e admite alternativas técnicas ou de operação.

Perda por razão energética

A restrição decorre da impossibilidade de alocar a geração disponível na carga. É de origem sistêmica e deve ser separada de falha do ativo.

Perda não classificada

A evidência disponível ainda não permite atribuir causa — e isso precisa ser dito.

Limites

Quando não recomendamos avançar.

Presença no debate setorial

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Próximo passo

A perda do seu ativo já foi atribuída?

Se a perda já aparece no resultado, o primeiro passo é separar o que pode ser gerido do que pertence ao sistema.

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